Agosto

Agosto. Dentro de um mês, um ano. Neste ano, tudo se viveu, tudo se passou. Amor se construiu, amor se acabou. Acabou? Em um momento, em um pensamento, em um ato, tudo o que foi edificado, foi posto a baixo. E o que deveria ser um marco de festejo, torna-se um de desgosto. Tudo foi dado, tudo foi desprezado. Talvez devesse não ter sido dado nada. Talvez se tivesse dito diferente. Talvez se fosse de outra forma. Talvez? As coisas são como são. Mas parecem ser agosto. A de não, gosto de vontade. Desgosto.

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